Terça , 27 de Junho de 2017
 
Coluna de Jorge Portugal
 

20 de novembro, 60 de Roberto

20 de novembro, 60 de Roberto
Valeu, Zumbi.Valeu e tem valido por tudo que temos conquistado nesses últimos quarenta anos.Valeram as primeiras reuniões, no ICBA, do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros comandados por Manuel de Almeida e Roberto Santos;Vale hoje a realidade do Steve Biko, conscientizando e preparando jovens negros para a universidade.Valeu a saída do Ylê Ayê naquele 1974- camburões vigiando- suprema ousadia de negros da Liberdade.Vale hoje o triunfo de nossa estética, o orgulho de nossa beleza, ideias e estampas construindo um mundo novo de cores e sonhos.Valeu o MNUCDR, a atitude austera, o dedo em riste na cara do racismo.Vale hoje a política de reparação, o sistema de cotas e 1 milhão de afrodescendentes nas universidades públicas do Brasil, por cujos passeios nem sonhavam passar.Valeu a resistência e coragem dos que, lá atrás, estiveram na primeira fila:

Lélia,Arany, Olívia, Vilma,Zezé, Luís,Ailton,Zulu, Bujão,Badá,Mário,Gilberto,Lino,Jônatas,João e toda uma multidão de rostos e nomes, ainda bem jovens, que não recuaram às chibatadas da negação e do escárnio.

Valeu, Zumbi, mas valerá mais ainda quando, em nossa sociedade, o talento e o conhecimento valerem mais do que a cor da pele.Nas empresas, nas Forças Armadas, nas altas instâncias da justiça e da ciência, na alta graduação do funcionalismo público, na tela da TV.Valerá, sobretudo, quando nossa escola básica pública – onde estão os nossos – não for um centro de treinamento de “jovens marcados para perder”.Enquanto tudo isso não estiver resolvido, dia 20 é todo dia.

Pela cor da pele, ele até pode ser tomado por “branco baiano”.Basta, contudo, que os dedos deslizem no violão e o canto recubra os acordes, para que uma África inteira comece a cantar.Esse homem, que redescobriu a Chula do Recôncavo, e colocou no centro do palco todas as matrizes rítmicas africanas, faz o Brasil mergulhar em si mesmo, e se reconhecer através da Arte.No dia 22,depois de amanhã, data consagrada à Música, ele faz 60 anos.Por ele, a Bahia( e Santo Amaro mais ainda) merece parabéns.Obrigado pela sua presença em minha vida, Roberto Mendes!

Jorge Portugal-Educador e Poeta.E-mail> secretaria@jorgeportugal.com.br
20 de novembro, 60 de Roberto
Valeu, Zumbi.Valeu e tem valido por tudo que temos conquistado nesses últimos quarenta anos.Valeram as primeiras reuniões, no ICBA, do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros comandados por Manuel de Almeida e Roberto Santos;Vale hoje a realidade do Steve Biko, conscientizando e preparando jovens negros para a universidade.Valeu a saída do Ylê Ayê naquele 1974- camburões vigiando- suprema ousadia de negros da Liberdade.Vale hoje o triunfo de nossa estética, o orgulho de nossa beleza, ideias e estampas construindo um mundo novo de cores e sonhos.Valeu o MNUCDR, a atitude austera, o dedo em riste na cara do racismo.Vale hoje a política de reparação, o sistema de cotas e 1 milhão de afrodescendentes nas universidades públicas do Brasil, por cujos passeios nem sonhavam passar.Valeu a resistência e coragem dos que, lá atrás, estiveram na primeira fila:

Lélia,Arany, Olívia, Vilma,Zezé, Luís,Ailton,Zulu, Bujão,Badá,Mário,Gilberto,Lino,Jônatas,João e toda uma multidão de rostos e nomes, ainda bem jovens, que não recuaram às chibatadas da negação e do escárnio.

Valeu, Zumbi, mas valerá mais ainda quando, em nossa sociedade, o talento e o conhecimento valerem mais do que a cor da pele.Nas empresas, nas Forças Armadas, nas altas instâncias da justiça e da ciência, na alta graduação do funcionalismo público, na tela da TV.Valerá, sobretudo, quando nossa escola básica pública – onde estão os nossos – não for um centro de treinamento de “jovens marcados para perder”.Enquanto tudo isso não estiver resolvido, dia 20 é todo dia.

Pela cor da pele, ele até pode ser tomado por “branco baiano”.Basta, contudo, que os dedos deslizem no violão e o canto recubra os acordes, para que uma África inteira comece a cantar.Esse homem, que redescobriu a Chula do Recôncavo, e colocou no centro do palco todas as matrizes rítmicas africanas, faz o Brasil mergulhar em si mesmo, e se reconhecer através da Arte.No dia 22,depois de amanhã, data consagrada à Música, ele faz 60 anos.Por ele, a Bahia( e Santo Amaro mais ainda) merece parabéns.Obrigado pela sua presença em minha vida, Roberto Mendes!

Jorge Portugal-Educador e Poeta.E-mail> secretaria@jorgeportugal.com.br
20 de novembro, 60 de Roberto
Valeu, Zumbi.Valeu e tem valido por tudo que temos conquistado nesses últimos quarenta anos.Valeram as primeiras reuniões, no ICBA, do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros comandados por Manuel de Almeida e Roberto Santos;Vale hoje a realidade do Steve Biko, conscientizando e preparando jovens negros para a universidade.Valeu a saída do Ylê Ayê naquele 1974- camburões vigiando- suprema ousadia de negros da Liberdade.Vale hoje o triunfo de nossa estética, o orgulho de nossa beleza, ideias e estampas construindo um mundo novo de cores e sonhos.Valeu o MNUCDR, a atitude austera, o dedo em riste na cara do racismo.Vale hoje a política de reparação, o sistema de cotas e 1 milhão de afrodescendentes nas universidades públicas do Brasil, por cujos passeios nem sonhavam passar.Valeu a resistência e coragem dos que, lá atrás, estiveram na primeira fila:

Lélia,Arany, Olívia, Vilma,Zezé, Luís,Ailton,Zulu, Bujão,Badá,Mário,Gilberto,Lino,Jônatas,João e toda uma multidão de rostos e nomes, ainda bem jovens, que não recuaram às chibatadas da negação e do escárnio.

Valeu, Zumbi, mas valerá mais ainda quando, em nossa sociedade, o talento e o conhecimento valerem mais do que a cor da pele.Nas empresas, nas Forças Armadas, nas altas instâncias da justiça e da ciência, na alta graduação do funcionalismo público, na tela da TV.Valerá, sobretudo, quando nossa escola básica pública – onde estão os nossos – não for um centro de treinamento de “jovens marcados para perder”.Enquanto tudo isso não estiver resolvido, dia 20 é todo dia.

Pela cor da pele, ele até pode ser tomado por “branco baiano”.Basta, contudo, que os dedos deslizem no violão e o canto recubra os acordes, para que uma África inteira comece a cantar.Esse homem, que redescobriu a Chula do Recôncavo, e colocou no centro do palco todas as matrizes rítmicas africanas, faz o Brasil mergulhar em si mesmo, e se reconhecer através da Arte.No dia 22,depois de amanhã, data consagrada à Música, ele faz 60 anos.Por ele, a Bahia( e Santo Amaro mais ainda) merece parabéns.Obrigado pela sua presença em minha vida, Roberto Mendes!

Jorge Portugal-Educador e Poeta.E-mail> secretaria@jorgeportugal.com.br
20 de novembro, 60 de Roberto
Valeu, Zumbi.Valeu e tem valido por tudo que temos conquistado nesses últimos quarenta anos.Valeram as primeiras reuniões, no ICBA, do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros comandados por Manuel de Almeida e Roberto Santos;Vale hoje a realidade do Steve Biko, conscientizando e preparando jovens negros para a universidade.Valeu a saída do Ylê Ayê naquele 1974- camburões vigiando- suprema ousadia de negros da Liberdade.Vale hoje o triunfo de nossa estética, o orgulho de nossa beleza, ideias e estampas construindo um mundo novo de cores e sonhos.Valeu o MNUCDR, a atitude austera, o dedo em riste na cara do racismo.Vale hoje a política de reparação, o sistema de cotas e 1 milhão de afrodescendentes nas universidades públicas do Brasil, por cujos passeios nem sonhavam passar.Valeu a resistência e coragem dos que, lá atrás, estiveram na primeira fila:

Lélia,Arany, Olívia, Vilma,Zezé, Luís,Ailton,Zulu, Bujão,Badá,Mário,Gilberto,Lino,Jônatas,João e toda uma multidão de rostos e nomes, ainda bem jovens, que não recuaram às chibatadas da negação e do escárnio.

Valeu, Zumbi, mas valerá mais ainda quando, em nossa sociedade, o talento e o conhecimento valerem mais do que a cor da pele.Nas empresas, nas Forças Armadas, nas altas instâncias da justiça e da ciência, na alta graduação do funcionalismo público, na tela da TV.Valerá, sobretudo, quando nossa escola básica pública – onde estão os nossos – não for um centro de treinamento de “jovens marcados para perder”.Enquanto tudo isso não estiver resolvido, dia 20 é todo dia.

Pela cor da pele, ele até pode ser tomado por “branco baiano”.Basta, contudo, que os dedos deslizem no violão e o canto recubra os acordes, para que uma África inteira comece a cantar.Esse homem, que redescobriu a Chula do Recôncavo, e colocou no centro do palco todas as matrizes rítmicas africanas, faz o Brasil mergulhar em si mesmo, e se reconhecer através da Arte.No dia 22,depois de amanhã, data consagrada à Música, ele faz 60 anos.Por ele, a Bahia( e Santo Amaro mais ainda) merece parabéns.Obrigado pela sua presença em minha vida, Roberto Mendes!

Jorge Portugal-Educador e Poeta.E-mail> secretaria@jorgeportugal.com.br
20 de novembro, 60 de Roberto
Valeu, Zumbi.Valeu e tem valido por tudo que temos conquistado nesses últimos quarenta anos.Valeram as primeiras reuniões, no ICBA, do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros comandados por Manuel de Almeida e Roberto Santos;Vale hoje a realidade do Steve Biko, conscientizando e preparando jovens negros para a universidade.Valeu a saída do Ylê Ayê naquele 1974- camburões vigiando- suprema ousadia de negros da Liberdade.Vale hoje o triunfo de nossa estética, o orgulho de nossa beleza, ideias e estampas construindo um mundo novo de cores e sonhos.Valeu o MNUCDR, a atitude austera, o dedo em riste na cara do racismo.Vale hoje a política de reparação, o sistema de cotas e 1 milhão de afrodescendentes nas universidades públicas do Brasil, por cujos passeios nem sonhavam passar.Valeu a resistência e coragem dos que, lá atrás, estiveram na primeira fila:

Lélia,Arany, Olívia, Vilma,Zezé, Luís,Ailton,Zulu, Bujão,Badá,Mário,Gilberto,Lino,Jônatas,João e toda uma multidão de rostos e nomes, ainda bem jovens, que não recuaram às chibatadas da negação e do escárnio.

Valeu, Zumbi, mas valerá mais ainda quando, em nossa sociedade, o talento e o conhecimento valerem mais do que a cor da pele.Nas empresas, nas Forças Armadas, nas altas instâncias da justiça e da ciência, na alta graduação do funcionalismo público, na tela da TV.Valerá, sobretudo, quando nossa escola básica pública – onde estão os nossos – não for um centro de treinamento de “jovens marcados para perder”.Enquanto tudo isso não estiver resolvido, dia 20 é todo dia.

Pela cor da pele, ele até pode ser tomado por “branco baiano”.Basta, contudo, que os dedos deslizem no violão e o canto recubra os acordes, para que uma África inteira comece a cantar.Esse homem, que redescobriu a Chula do Recôncavo, e colocou no centro do palco todas as matrizes rítmicas africanas, faz o Brasil mergulhar em si mesmo, e se reconhecer através da Arte.No dia 22,depois de amanhã, data consagrada à Música, ele faz 60 anos.Por ele, a Bahia( e Santo Amaro mais ainda) merece parabéns.Obrigado pela sua presença em minha vida, Roberto Mendes!

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Valeu, Zumbi.Valeu e tem valido por tudo que temos conquistado nesses últimos quarenta anos.Valeram as primeiras reuniões, no ICBA, do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros comandados por Manuel de Almeida e Roberto Santos;Vale hoje a realidade do Steve Biko, conscientizando e preparando jovens negros para a universidade.Valeu a saída do Ylê Ayê naquele 1974- camburões vigiando- suprema ousadia de negros da Liberdade.Vale hoje o triunfo de nossa estética, o orgulho de nossa beleza, ideias e estampas construindo um mundo novo de cores e sonhos.Valeu o MNUCDR, a atitude austera, o dedo em riste na cara do racismo.Vale hoje a política de reparação, o sistema de cotas e 1 milhão de afrodescendentes nas universidades públicas do Brasil, por cujos passeios nem sonhavam passar.Valeu a resistência e coragem dos que, lá atrás, estiveram na primeira fila:

Lélia,Arany, Olívia, Vilma,Zezé, Luís,Ailton,Zulu, Bujão,Badá,Mário,Gilberto,Lino,Jônatas,João e toda uma multidão de rostos e nomes, ainda bem jovens, que não recuaram às chibatadas da negação e do escárnio.

Valeu, Zumbi, mas valerá mais ainda quando, em nossa sociedade, o talento e o conhecimento valerem mais do que a cor da pele.Nas empresas, nas Forças Armadas, nas altas instâncias da justiça e da ciência, na alta graduação do funcionalismo público, na tela da TV.Valerá, sobretudo, quando nossa escola básica pública – onde estão os nossos – não for um centro de treinamento de “jovens marcados para perder”.Enquanto tudo isso não estiver resolvido, dia 20 é todo dia.

Pela cor da pele, ele até pode ser tomado por “branco baiano”.Basta, contudo, que os dedos deslizem no violão e o canto recubra os acordes, para que uma África inteira comece a cantar.Esse homem, que redescobriu a Chula do Recôncavo, e colocou no centro do palco todas as matrizes rítmicas africanas, faz o Brasil mergulhar em si mesmo, e se reconhecer através da Arte.No dia 22,depois de amanhã, data consagrada à Música, ele faz 60 anos.Por ele, a Bahia( e Santo Amaro mais ainda) merece parabéns.Obrigado pela sua presença em minha vida, Roberto Mendes!

Jorge Portugal-Educador e Poeta.E-mail> secretaria@jorgeportugal.com.br
 

 

 

Publicado em 30/11/2012 ás 17:51

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